20.8.09
COMEÇOU OS ENSAIOS DA BATERIA
Gostariamos de avisar a todos que começaram os ensaios da BATERIA, serão todas as quintas-feiras as 20 horas, na quadra principal, na Avenida Dalila, 700 - esq com Av Aricanduva, venha participar de uma das maiores escolas de samba de São Paulo.
O mestre FlavinhoZL, esta preparando muitas novidades para o Carnaval 2010.
PARTICIPE. ESPERAMOS TODOS.
A Diretoria.
25.7.09
CARNAVAL 2010 - CORES E SONS DE UMA ILHA TROPICAL, SALVE SÃO LUIS DO MARANHÃO
O GREMIO RECREATIVO E CULTURAL ESCOLA DE SAMBA FLOR DE VILA DALILA, traz como proposta de desfile, a História de São Luís do Maranhão, com enfoque nas CORES E SONS, EXALTANDO A RIQUEZA CULTURAL daquela paradisíaca Ilha, orgulho de nosso país, consagrada com o título de PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE.
O SONHO FRANCÊS
Tudo começou com o sonho francês de se instalar na região dos trópicos. Em 1612, Daniel de La Touche, acompanhado de cerca de 500 homens chegaram na região para fundar a França Equinocial, mas ao primeiro contato ficaram impressionados com a beleza da cor avermelhada dos nativos e a exuberância de suas vestimentas, feitas com penas coloridas, sementes e flores naturais. (Sedução Francês x Indío). Estavam na ilha de upaon-açu, onde os índios tupinambás viviam da agricultura de subsistência e das ofertas da natureza, caçando, pescando, colhendo frutas.
A FUNDAÇÃO DA CIDADE E A LUTA PELO TERRITÓRIO
Em 1535, a divisão do País em capitanias hereditárias deu ao tesoureiro João de Barros a primeira oportunidade de colonizar a região. Na década de 1550 foi fundada a cidade de Nazaré, provavelmente onde é hoje São Luís, que acabou sendo abandonada devida a resistência dos índios e a dificuldade de acesso à ilha.
Em 1612, franceses comandados por Daniel de La Touche chegaram a região para fundar a França Equinocial e no dia 08 de Setembro de 1612, é fundada a nova cidade com o nome de São Luís, uma homenagem ao rei francês Luís XIII, sendo concluído na ocasião, a construção de um forte e para comemorar, uma missa realizada por Capuchinos.
Em 1615, a tropa lusitana comandada por Alexandre de Moura, expulsou os franceses e Jerônimo de Albuquerque foi destacado para comandar a cidade. Dos fundadores restou o nome de São Luís, estranhamente mantido pelos portugueses.
Em 1641, foi a vez dos holandeses de Maurício de Nassau, que já comandavam Pernambuco, tomarem a cidade. Chegaram pelo porto do Desterro, saquearam a igreja e tentaram escravizar os índios sendo vencidos três anos depois.
Assim, São Luís se tornou a única cidade brasileira colonizada pelos portugueses, franceses e holandeses.
O governo colonial, preocupado com o isolamento geográfico e os constantes ataques à região resolveu fundar o estado de Maranhão e o Grão Pará, independente do resto do país.
CHEGADA DOS AFRICANOS E A INFLUÊNCIA CULTURAL
Em 1682 com a criação da Companhia do Comércio do Estado de Maranhão, integrou-se a região ao grande sistema comercial mantido por Portugal, tornando viável a compra de escravos africanos. Estava formada a base da população ludovicense: traços culturais de origem vermelhas (índios), branco (europeu) e preto (africano). Identificados a cada passo de dança, a cada rufar de tambores, nas rezas e nas roupas de festas, as influências advindas de outros cantos se uniam e se recriavam, fazendo da cidade um dos maiores pólos culturais do país.
São Luís tem manifestações culturais e religiosas de origem africana, tais como:
FESTA DO DIVINO
A festa do Divino chegou ao Brasil no século XVII e há indícios de que, no Maranhão ela tenha chegado com os açorianos entre 1615 e 1625. É uma das manifestações folclóricas mais ricas do Estado. Em São Luís do Maranhão, o culto é marcado pelo sincretismo religioso. As tradições, trazidas pelos portugueses recebeu contribuições das culturais indígenas e, principalmente africanas.
TAMBOR DE MINA
Religião afro-brasileira trazida pelos descendentes negros de origem jeje e nagô. Semelhante ao Candomblé da Bahia, o culto acontece em casas conhecidas como terreiros, onde os iniciados cultuam, invocam e incorporam entidades espirituais durante os rituais. As mulheres compõem grande parte dos iniciados e usam roupas especiais para a ocasião. São utilizados instrumentos como tambores, cabaças, triângulos e agogôs.
TAMBOR DE CRIOULA
Um dos rituais mais populares nas casas de cultura afro do Maranhão é o tambor de Crioula, uma celebração baseada na música e dança que mistura fé e diversão. Uma homenagem a São Benedito (santo negro e filho de escravos, natural da Itália). O ritual é organizado em qualquer época do ano para celebrar datas, momentos marcantes ou pagar promessas.
BUMBA MEU BOI (FESTAS JUNINAS) – Maior manifestação popular do Brasil
A festa do Bumba meu Boi, uma tradição que se matem desde o século XVIII, arrasta maranhenses e visitantes por todos os cantos de São Luís, nos meses de junho e julho, Longe de ser uma festa criada por turistas, os bois se espalham nas periferias e no centro. Na parte nova e antiga da cidade grupo de todo o Estado se reúnem em diversos arraias para brincar até a madrugada.
SÃO LUÍS, PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE
Em 1955, o acervo arquitetônico da cidade de São Luís foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Em 1997, a UNESCO, concedeu à São Luís, o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.
Reconheceu a beleza e importância de um dos maiores conjuntos de arquitetura civil de origem européia no mundo. São Três mil e quinhentas construções ocupando uma área de 250 hectares. Entre suas ruas estreitas e escadarias, dá para observar a beleza simples e regular das casas que constituem seu Centro Histórico, maravilhando-se com os azulejos nas fachadas (que permitiram um melhor isolamento térmico, tornando os interiores mais frescos e agradáveis)os imponentes que deram a São Luís, em 1997, o Título de Patrimônio Histórico da Humanidade, reconhecendo a beleza e importância de um dos maiores conjuntos de arquitetura civil de origem européia no mundo (cidade dos azulejos).
SÃO LUÍS DO MARANHÃO, A ILHA DO AMOR
São Luís do Maranhão, em razão de seu clima romântico e sedutor, foi intitulada pelos amantes e casais enamorados como a ILHA DO AMOR, local de preferência para recém casados, realizaram o sonho da lua de mel.
SÃO LUÍS DO MARANHÃO, JAMAICA BRASILEIRA
O reggae chegou à São Luís pelas ondas curtas dos rádios, nos navios que aportavam na cidade e através de DJ´s que foram à fonte jamaicana buscar o som. Desde então, a cidade, na década de 70, foi tornando-se um fenômeno de popularidade que só ganha força e seguidores.
Da mistura do popular Forró e Reggae, surgiu a dança única dos bailes de São Luís, prova que o som caribenho ganhou um sotaque nordestino.
O som marcante e único do Reggae, deu a São Luís o título de JAMAICA BRASILEIRA.
CARNAVAL DE SÃO LUÍS, FOFÃO, TÍPICA FIGURA DO CARNAVAL MARANHENSE
O Carnaval de São Luís começa em janeiro com o desfile de bandas compostas principalmente por instrumentos de sopro que saem às ruas para esquentar os foliões. Além das tradições escolas de samba, uma das grandes atrações do Carnaval da Cidade é o FOFÃO, FIGURA TÍPICA DO CARNAVAL MARANHENSE, com suas cores fortes e seus gritos abafados de ULA LÁ!!! Vestidos com largos macacões confeccionados com tecido estampado, com guizos nas pontas e punhos, assemelham-se a palhaços da Comédia Del Art. Com máscaras de pano ou de borracha, com feições horripilantes inspiradas em filme de terror, invadem as ruas de São Luís, colorindo a paisagem e alegrando foliões.
Com esta proposta o GRÊMIO RECREATIVO CULTURAL ESCOLA DE SAMBA FLOR DE VILA DALILA, pretende contemplar o tema enredo escolhido, destacando a riqueza cultural desta maravilhosa cidade.
CORES E SONS DE UMA ILHA TROPICAL,
SALVE SÃO LUÍS DO MARANHÃO!!!
Saudações Culturais!!!!
Carnavalesco: Lynno Brandão
23.7.09
Visita técnica UESP à Escola de Samba Flor de Vila Dalila
Acontecerá neste sábado dia 25/07/2009 às 11:00 visita técnica na Quadra do G.R.C.E.S. Flor de Vila Dalila no endereço: Avenida Dalila nº 700- Vila Dalila- São Paulo (esquina com a Avenida Aricanduva), para o esclarecimento sobre o carnaval 2010, relacionados aos assuntos de: Regulamento, Coordenação, Organização, Critérios de Julgamento e assuntos Administrativos e Jurídicos.
Este evento é prioritariamente para as entidades sediadas na Zona Leste de São Paulo, mais todas poderá comparecer, a UESP convoca os setores chaves das escolas e dos Blocos tais como: Diretores de Harmonia, Diretores de Bateria, Diretores de Barracão, Ala Musical, Casais de Mestre e Porta Bandeiras, Comissão de Frente, Carnavalescos ou Comissão Carnaval, estarão presentes todos os departamentos relacionados à UESP, como Departamento Jurídico, Departamento de Esporte, Departamento de Carnaval, Departamento de Comunicação e Embaixada do Samba Paulistano.
Atenciosamente,
Assessoria de Imprensa-UESP
Cinthia Viana dos Anjos
11.7.09
HISTÓRIA E SIMBOLOGIA DO BRASÃO FLOR DE VILA DALILA
Nossa Escola, nasceu em 31 de março de 1973, na Rua José Piedade, 21 no bairro de Vila Dalila. Isto aconteceu na casa do Sr. Antonio Carlos Rosa (o “Brandão). No ato da fundação participaram os Srs. Osmar Otone de Menezes, Miguel Ferreira, Valter Jerônimo, José Roberto de Souza, Carlos Roberto da Silva, Ailton Veiga, Antonio Carlos Rosa, Roberval Soares dos Santos, Alceu José da Rosa, Alberto José Bueno, Osmar Matias da Silva, José Dalvo de Oliveira, José Miúdo do Amaral, Estevão M. de Andrade, Pedro Elias Alves, Miguel da Silva Luciano, Darcy da Silva, Antonio de Oliveira, Nilza Marcelino da Silva, Marilene Corrêa dos Santos.
Os fundadores mais filosóficos do G.R.C. ESCOLA DE SAMBA FLOR DE VILA DALILA explicam que a escolha harmoniosa dos componentes do Pavilhão serve a um propósito representativo, uma mística valorativa de fundamentos.
A cor Vermelha representa o sangue da vida que pulsa nos corações apaixonados dos integrantes e sambistas de nossa escola. A Cor Azul representa a purificação que afasta as vaidades fazendo prevalecer o valor maior da Agremiação: O PAVILHÃO. A Cor Amarela representa o ouro do desenvolvimento interior da escola de samba e da comunidade a que ela abraça. A Cor Branca representa a paz e a fraternidade, a união e a solidariedade, que reforça os laços de irmandade rumo aos propósitos sócios culturais. As Ramas de Café - Representam os antigos cafezais onde os escravos embrenhados na plantação, produziam coletivamente para o Senhor sem a devida recompensa pelo seu trabalho; reflete a experiência positiva do trabalho coletivo. Os Ramos de Arroz - Representam fartura e prosperidade para a Comunidade.
O Tambor - Símbolo de mensagem permanente levada aos quatro ventos, transpõe montanhas, florestas e mares, anuncia a vida e delimita territórios. É a referência cultural dos povos africanos que aqui chegaram; representa a alma guerreira em tempos de discórdia e o arauto, em tempos de paz, convidando para o banquete. Nas religiões afro descendentes, em especial o Candomblé, é o instrumento principal nos cerimoniais de adoração e invocação aos orixás. Símbolo da resistência cultural da africanidade reflete na sua percussão, grande sinergia com os batimentos do coração. O Círculo – Símbolo de reciclagem, aperfeiçoamento e aprendizado constante, meta daqueles que buscam a perfeição.
Os Raios azul e branco (no pavilhão) – simbolizam a irradiação da paz e da boa vontade que deve existir entre as pessoas, em todos os lugares, especialmente no mundo do samba.
A Escola de Samba Flor de Vila Dalila é uma pessoa Jurídica de direito Privado, constituída por tempo indeterminado, sem fins econômicos, de caráter filantrópico, assistencial, promocional, recreativo e educacional, sem cunho político ou partidário, e tem como finalidades: Difundir e promover a cultura popular brasileira nas suas diversas formas de manifestação, especial as recreativas, culturais e esportivas, ligadas ao carnaval e ao samba e Promover através de debates, palestras, seminários e projetos culturais e sociais, os eventos que preservem a identidade cultural do povo brasileiro em todas as suas formas de manifestações populares.
SAUDAÇÕES SAMBÍSTICAS!!!!!



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